Currículo por projetos: as universidades estão preparadas para esta tendência?

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Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP ou PBL, na sigla em inglês) ganha cada vez mais terreno nos currículos do ensino superior.

A inovação curricular em andamento tem ao menos duas explicações. A primeira delas diz respeito às novas demandas do mercado de trabalho. Em qualquer área, os profissionais necessitam de soft skills – como resiliência, criatividade e pensamento crítico – para se destacarem no processo de transformação digital. 

Nesse cenário, cabe aos gestores e à equipa académica perguntar o mais rápido possível: a nossa universidade está preparada para implementar um currículo por projetos? 

Se a resposta for não, há muito o que ser feito. 

Por onde começar?

Diminuir a preponderância do modelo expositivo e a sua tradição de décadas não é uma tarefa fácil. Uma vez tomada a decisão de implementar um currículo por projetos, os gestores encontram uma nova questão: por onde começar?

É importante destacar que há diversos desafios por enfrentar. Mas uma coisa é certa: não há como superá-los sem a anuência e a capacitação da equipa de professores. 

Até porque o PBL transforma a prática docente. Sem deixar de ter um papel indispensável na aprendizagem, os professores assumem uma nova postura. Eles passam de transmissores de conhecimento a tutores da trajetória dos alunos. 

Outro ponto a ser revisto é o formato das avaliações. O ensino por projetos não combina com as provas tradicionais. É indispensável, portanto, adotar mecanismos de feedback para avaliar a participação dos alunos.

Entretanto, nada disso vai funcionar sem colocar o aluno no centro do processo de aprendizagem, como manda o manual de qualquer metodologia ativa. Ao implementar o currículo por projetos, a instituição de ensino deve pensar em estratégias pedagógicas que gerem autonomia e poder de escolha aos estudantes. 

Tecnologias de apoio

Em pleno século XXI, as instituições de ensino superior também precisam ter em mente que nem tudo será feito internamente. Uma política de parceria com Ed Techs talvez seja a maneira mais fácil, rápida e eficiente de implementar uma reinvenção curricular. 

Sobre a DreamShaper

A DreamShaper é uma EdTech que oferece às instituições de ensino, professores e alunos a nível mundial, soluções para implementar Metodologias Ativas de modo simples e eficaz, com foco em Aprendizagem Baseada em Projeto.

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