As universidades devem potenciar as competências exigidas pelo mercado de trabalho

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Os recrutadores já não pedem só formação académica e domínio de habilidades técnicas.

Eles também consideram as competências socioemocionais – as tão famosas soft skills. Quais são essas competências e qual é a sua importância no mercado de trabalho? 

Boa parte delas está no relatório The Future of Jobs, divulgado em 2020 pelo Fórum Económico Mundial. O estudo mapeou dez habilidades que estarão em alta no mercado de trabalho até 2025. Aqui estão elas:

  1. Aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem;
  2. Criatividade, originalidade e iniciativa;
  3. Inteligência emocional;
  4. Liderança e influência social;
  5. Pensamento analítico e inovação;
  6. Pensamento e análise críticos;
  7. Projeto e programação de tecnologia;
  8. Raciocínio, resolução de problemas e ideação;
  9. Resiliência, resistência ao stress e flexibilidade;
  10. Solução de problemas complexos.

Agora, pergunte-se: o atual modelo de ensino, maioritariamente centrado no conteúdo e em aulas expositivas, está de facto a preparar os alunos para os desafios do século XXI e para o seu futuro profissional?

Segundo uma pesquisa realizada pela McKinsey, 60% das atuais atividades de trabalho são tecnicamente automatizáveis e apenas 31% dos líderes e gestores empresariais consideram a formação universitária adequada às exigências do mercado produtivo.

Sem um currículo inovador que possibilite o desenvolvimento das novas competências exigidas pelo mercado profissional, a empregabilidade e a trabalhabilidade podem ficar comprometidas. Por isso, urge a necessidade das Instituições de Ensino Superior revolucionarem a sua forma de ensinar.

dreamshaper-ensino superior

Metodologias ativas para desenvolver soft skills

As competências socioemocionais, muitas vezes, são inatas –fazem parte da personalidade do aluno. Mas também é possível desenvolvê-las através do uso de metodologias ativas como a Sala de Aula Invertida e a Aprendizagem Baseada em Projeto (ABP ou PBL, na sigla em inglês). 

A metodologia de Aprendizagem Baseada em Projeto é bastante promissora. Em vez do ato mecânico de memorizar a aula expositiva do professor, os alunos são convidados a envolver-se  em desafios simulados ou mesmo problemas reais da comunidade e, principalmente, a proporem soluções para estes desafios.

Neste processo, os alunos ganham autonomia para pensar e agir. Tornam-se aprendizes ativos, autogerenciados, dotados de inteligência emocional, poder de liderança, pensamento analítico e tantas outras competências socioemocionais exigidas pelo mercado de trabalho.

Mas, na prática, a metodologia de aprendizagem baseada em projetos aplica-se a qualquer disciplina, da educação básica ao ensino superior, e está ao alcance de qualquer professor que deseje oferecer uma educação inovadora e, acima de tudo, eficaz.

Cabe lembrar também que, especialmente no ensino superior,  a ABP tem o objetivo de garantir que todos os alunos tenham experiências práticas vinculadas ao mundo real antes da licenciatura.

 

Sobre a DreamShaper

A DreamShaper é uma EdTech que oferece às instituições de ensino, professores e alunos a nível mundial, soluções para implementar Metodologias Ativas de modo simples e eficaz, com foco em Aprendizagem Baseada em Projeto.

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