Avaliação por rubricas: o que é e como aplicar

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Recentemente, o blog da DreamShaper falou sobre como as novas formas de ensinar e aprender exigem uma revolução no modo de avaliar o desempenho dos alunos.

Afinal, por priorizar a capacidade de memorização dos estudantes, as provas tradicionais não são eficazes para medir aspectos como o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

A adoção de metodologias ativas de ensino, como a Aprendizagem Baseada em Projeto (ABP ou PBL, na sigla em inglês), portanto, depende de novas possibilidades de avaliação. Entre elas, está a avaliação por rubricas.

Neste post, vamos explicar o que é a avaliação por rubricas, como os professores podem utilizá-la em sala de aula e quais suas vantagens. 

O que é a avaliação por rubricas

A avaliação por rubricas é um instrumento de avaliação desenhado em forma de tabela ou grade. Nesse caso, as linhas indicam as habilidades que o professor espera que os alunos aprimorem em determinada tarefa. Já as colunas descrevem os níveis de desempenho e quais são os critérios necessários para atingir cada um deles. 

Flexível, a avaliação por rubricas pode ser utilizada em qualquer disciplina, em atividades individuais ou em grupo e tanto no ensino básico como no ensino superior. Mas ela é especialmente indicada para atividades complexas, tendo em vista seu potencial para avaliar aspectos cognitivos e habilidades socioemocionais – ou soft skills. 

No PBL, por exemplo, onde os alunos executam projetos para resolver problemas reais ou simulados, essa estratégia permite um processo avaliativo mais voltado à prática. Assim, além do produto ou solução final, o professor consegue examinar o engajamento, a participação e a aquisição de soft skills durante todo o processo de ensino e aprendizagem. 

Como utilizar a avaliação por rubricas

Em resumo, avaliação por rubricas é composta por quatro elementos: a descrição detalhada da tarefa ou projeto; a listagem das habilidades e competências que serão avaliadas (linhas); a escala de níveis de desempenho (colunas); e o detalhamento dos critérios necessários para atingir cada nível de desempenho. 

Na sua montagem, o professor deve estabelecer critérios objetivos para facilitar a compreensão do aluno. Nesse sentido, outra dica é compartilhar as rubricas com a turma antes do início do projeto. Dessa maneira, os estudantes terão mais controle do processo de aprendizagem. 

Quanto à escala de desempenho, além dos níveis básico e avançado e seus respectivos critérios, é fundamental definir ao menos um nível intermediário. Se for necessário, o docente também pode associar notas ou conceitos aos níveis de desempenho. 

Entretanto, mais importante do que encaixar os alunos em uma escala numérica, é utilizar a avaliação por rubricas para fornecer feedbacks formativos. Ao mesmo tempo, a estratégia abre as portas para a autoavaliação, uma vez que os estudantes conhecem os critérios aos quais estão submetidos. 

Quais as vantagens da avaliação por rubricas

A avaliação por rubricas tem uma série de vantagens para professores e alunos. Entre elas, podemos destacar as seguintes:

  • Favorece o feedback formativo;
  • Permite a avaliação de habilidades socioemocionais – ou soft skills – em tarefas complexas;
  • Torna o processo avaliativo mais transparente e voltado à prática;
  • Agiliza as correções por parte dos professores; 
  • Fornece ferramentas de autoavaliação para o aluno, melhorando a aprendizagem. 

Sobre a DreamShaper

A DreamShaper é uma EdTech especializada em Aprendizagem Baseada em Projeto que apoia Instituições de Ensino em mais de 20 países na implementação de metodologias ativas, por meio da sistematização do trabalho com projetos de forma inovadora e eficiente.

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