Aprendizagem por projetos gera diferencial competitivo no mercado de trabalho

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Entender e valorizar os próprios diferenciais competitivos sempre foi crucial para jovens e adultos em busca de trabalho.

Até não muito tempo atrás, uma formação de nível superior costumava ser decisiva. Hoje, é preciso ir além. As empresas querem pessoas dinâmicas, com habilidades tanto técnicas quanto socioemocionais – as chamadas soft skills

Em meio às incertezas provocadas pela transformação digital, diversos estudos publicados nos últimos anos lançaram luz sobre o perfil do profissional do futuro. Um deles, o relatório The Future of Jobs, do Fórum Econômico Mundial, deixou claro algumas das aptidões mais importantes: inovação, criatividade, resolução de problemas complexos, pensamento crítico e analítico, originalidade e iniciativa… 

Ao que parece, muita gente já se deu conta disso. Desde 2010, a criatividade, por exemplo, aparece entre as dez palavras mais utilizadas em perfis do LinkedIn. Do ponto de vista institucional, o ensino superior – e até mesmo o ensino médio – passam por alterações curriculares que indicam uma adaptação às necessidades do século 21. 

Se alicerçada na aprendizagem baseada em projetos (ABP ou PBL, na sigla em inglês), a inovação curricular em andamento pelo mundo vai garantir uma formação completa. A seguir, vamos contar em detalhes como a PBL prepara as novas gerações para os desafios do porvir.

dreamshaper mercado de trabalho

PBL e as soft skills

O principal impacto da PBL é o desenvolvimento das soft skills. Não foi por acaso que esse tema permeou toda a websérie Ensino por Projeto: Formando Profissionais do Futuro, apresentada recentemente no canal da DreamShaper no Youtube.

Especialistas em educação do ensino básico ao superior foram unânimes no entendimento que o despertar das competências socioemocionais é uma lacuna a ser preenchida na formação dos atuais alunos. Outro consenso diz respeito ao melhor método para preenchê-la: a aprendizagem baseada em projetos. 

A diferença da PBL em relação ao ensino conteudista, expositivo e tradicional está na autonomia dada ao aluno. Isso porque a pura e simples transmissão de conteúdo do professor ao estudante não demanda ações de busca e inquietação. Já a pesquisa e a resolução de problemas inerentes à PBL colocam o estudante no papel de protagonista, favorecendo características que incluem iniciativa e criatividade.

Quem tiver a oportunidade de estudar por projetos, portanto, terá mais chances em um mercado de trabalho ávido por profissionais com soft skills. 

Esse é um dos motivos para o ensino técnico e profissional, historicamente focado na empregabilidade dos seus alunos, adotar a aprendizagem baseada em projetos, como mostramos neste post sobre o Centro Paula Souza. O mesmo vale para o ensino superior, onde a curricularização da extensão tem aberto as portas dos campi para a PBL. 

Empregabilidade a longo prazo

Desde a década de 1990, o conceito de mundo VUCA (sigla em inglês para volátil, incerto, complexo e ambíguo) ganhou relevância. Em resumo, o acrônimo se refere às constantes transformações pela qual a sociedade passa desde então. Trata-se de uma definição perfeita para o mundo do trabalho atual. Aliás: não está longe o tempo em que os egressos do ensino superior passaram por seis carreiras ao longo das suas vidas, segundo estudiosos da Universidade de Cingapura, mundialmente conhecida por sua vertical de lifelong learning. 

Nesse cenário, as instituições de ensino que adotarem a PBL estarão garantindo mais do que a empregabilidade imediata. Ao colocar no mercado de trabalho pessoas acostumadas a se reinventar, asseguram empregabilidade a longo prazo aos alunos. 

Por esses e outros motivos, aprender por projetos é a melhor opção para encontrar espaço em um mercado de trabalho tão competitivo como o do século 21. 

 

Sobre a DreamShaper   

Para aproveitar o melhor da PBL, conheça a DreamShaper. A DreamShaper é uma ferramenta digital especializada em Aprendizagem Baseada em Projetos. Ele fornece a escolas e universidades projetos pré-definidos que incluem desafios, atividades e problemas autênticos em áreas como pesquisa, empreendedorismo, cidadania e carreira – sempre com a possibilidade de personalizar o conteúdo às necessidades do aluno. Além de ajudar o estudante a desenvolver as habilidades mais importantes do século XXI, a DreamShaper poupa o tempo do professor, que não precisa planejar os conceitos e aplicações dos projetos. Por incluir as metodologias prontas a utilizar, a DreamShaper permite que o professor se concentre em quem mais importa: o aluno.  

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